segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Tecelagem, por Dé Henrique.

Não vale chorar
Não vale se esconder
Eu quero estar contigo
Eu quero só você

Não vale chorar
Não vale se esconder
Eu quero estar contigo
Em cada amanhecer

Te roubo um beijo no
No recreio da escola

Te mando cartas
Pra ver se tu te importas

Só quero que me entendas
E olhe pro meu coração
És a jóia perfeita
És minha inspiração

Não vale chorar
Não vale se esconder
Eu quero estar contigo
Eu quero só você

Não vale chorar
Não vale se esconder
Eu quero estar contigo
Em cada amanhecer

Nossa nova música...
Em breve no You Tube...

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Pra você gostar de mim - The Nacionales

Depois de um tempo tão perdido
Depois de um tempo sem abrigo
Depois de andar na contramão
E eu me vejo em verso e prosa sem canção

Eu já não tenho pra onde ir
E já não tenho com quem falar
Se já não tenho seu amor
Não sei por onde caminhar nem onde estou

Eu estou tão perto de você
E você insiste em não me ver
E no detalhe eu te tenho
E te consumo nos momentos mais intensos

No dia que eu desistir de ti
E esse dia não há de existir

No dia que eu desistir de ti
E esse dia não há de existir

Fiz um reggae pra você
Pra você gostar de mim

Fiz um reggae pra você
Pra você gostar de mim assim

Fiz um reggae pra você
Pra você gostar de mim
Fiz um reggae pra você
Pra você gostar de mim assim

Fiz um reggae pra você
Pra você gostar de mim

Fiz um reggae pra você
Pra você gostar de mim assim

Ei-lo que chega o fim
Ei-lo que chega o fim
Ei-lo que chega o fim...

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Minha mãe gentil não é o Brasil, por Dé Thená Henrique

Noite fria, julho de 58
Toda branquinha, tem nome de anjo
Menina com os pés descalços
Cresceu virou mulher
Mulher de fé...

Nos ensinou valores, respeito e união
Gerou a vida criou com coração
E quando tudo se perdeu
Você apareceu e nos guiou...

Não vá, fique um pouco mais
Só quero te contar, contar com você...


Não vá, fique um pouco mais
Só quero te contar, contar com você...

Me conta aquela história
Da Grécia e de Tróia
Quem perdeu venceu
Quem venceu perdeu...

E no final das contas
Tudo para te dizer
Que eu amo você
Que eu amo você
E amo amar você

E no final das contas
Tudo para te dizer
Que eu amo você
Que eu amo você
E amo amar você

Noite fria, julho de 58
Toda branquinha, tem nome de anjo
Menina com os pés descalços
Cresceu virou mulher
Mulher de fé...

Nos ensinou valores, respeito e união
Gerou a vida criou com coração
E quando tudo se perdeu
Você apareceu e nos guiou...

Não vá, fique um pouco mais
Só quero te contar, contar com você...

Não vá, fique um pouco mais
Só quero te contar, contar com você...

Me conta aquela história
Da Grécia e de Tróia
Quem perdeu venceu
Quem venceu perdeu...

E no final das contas
Tudo para te dizer
Que eu amo você
Que eu amo você
E amo amar você

E no final das contas
Tudo para te dizer
Que eu amo você
Que eu amo você
E amo amar você

Homenagem à verdadeira mãe gentil, MINHA MÃE!!!

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Pra você gostar de mim assim, por Dé Thená Henrique

Depois de um tempo tão perdido
Depois de um tempo sem abrigo
Depois de andar na contramão
E eu me vejo em verso e prosa sem canção

Eu já não tenho pra onde ir
E já não tenho com quem falar
Se já não tenho seu amor
Não sei por onde caminhar nem onde estou

Eu estou tão perto de você
E você insiste em não me ver
E no detalhe eu te tenho
E te consumo nos momentos mais intensos

No dia que eu desistir de ti
E esse dia não há de existir

No dia que eu desistir de ti
E esse dia não há de existir

Fiz um reggae pra você
Pra você gostar de mim

Fiz um reggae pra você
Pra você gostar de mim assim

Fiz um reggae pra você
Pra você gostar de mim
Fiz um reggae pra você
Pra você gostar de mim assim

Fiz um reggae pra você
Pra você gostar de mim

Fiz um reggae pra você
Pra você gostar de mim assim

Ei-lo que chega o fim
Ei-lo que chega o fim
Ei-lo que chega o fim...

Amém,
Dé Thená Henrique

Pro amor acontecer, por Dé Thená Henrique

Gosto de viver simplesmente
Acordo cedo, tomo café e isso me basta
Gosto do orvalho da manhã
E o sol me trás novas sensações

De manhãzinha eu gosto de pensar
E passo o dia a te imaginar
Eu quero estar contigo todo dia
E troco o dia pela noite

E pro o amor acontecer
Só precisa de mim e de você

Só precisa de mim e de você

No cume alto da montanha, o arranha céu
Te escrevo versos impressos no papel
Pra você guardar o nosso amor
Na caixinha pequenina que faz ponte com o céu

E pro o amor acontecer
Só precisa de mim e de você

Só precisa de mim e de você

Amém,
Dé Thená Henrique

domingo, 5 de setembro de 2010

Reggae do Amor - Quarto Móvel - The Nacionales

Penso, penso, penso com o coração
Menina quando penso é com o coração
Penso, penso, penso com o coração
Menina quando penso é com o coração

Gosto de te ver pequenininha toda delicadinha
Tu tens o nome puro, puro como o ar
Tu tens a letra A, a letra A de amar

Faz frio lá fora e o amor aqui dentro
Tem tempestade e não tem tormento
Faz frio lá fora e o amor aqui dentro
Esquenta o meu coração

Penso, penso, penso com o coração
Menina quando penso é com o coração
Penso, penso, penso com o coração
Menina quando penso é com o coração

Tem lua cheia, quero te amar
É meia lua, vamos só namorar
Lua minguante eu te amo um pouquinho
E só de vez em quando

Penso, penso, penso com o coração
Menina quando penso é com o coração
Penso, penso, penso com o coração
Menina quando penso é com o coração

E já parou de chover
Já regou o nosso amor
Passou o dia já ficou de tardinha
To indo te buscar...

Penso, penso, penso com o coração
Menina quando penso é com o coração
Penso, penso, penso com o coração
Menina quando penso é com o coração

Gosto de te ver pequenininha toda delicadinha
Tu tens o nome puro, puro como o ar
Tu tens a letra A, a letra A de amar

Faz frio lá fora e o amor aqui dentro
Tem tempestade e não tem tormento
Faz frio lá fora e o amor aqui dentro
Esquenta o meu coração

Penso, penso, penso com o coração
Menina quando penso é com o coração
Penso, penso, penso com o coração
Menina quando penso é com o coração

Tem lua cheia, quero te amar
É meia lua, vamos só namorar
Lua minguante eu te amo um pouquinho
E só de vez em quando

Penso, penso, penso com o coração
Menina quando penso é com o coração
Penso, penso, penso com o coração
Menina quando penso é com o coração

E já parou de chover
Já regou o nosso amor
Passou o dia já ficou de tardinha
To indo te buscar..

domingo, 29 de agosto de 2010

Minas Gerais é uma pessoa, por Dé Henrique.

Eu não agüento mais
Vou voltar para Minas Gerais

Lá dá para viver melhor
Estou perto do meu amorzinho

Foi no carnaval
Plantei a semente do amor
Plantei a semente do amor...

Fica um pouquinho mais aqui comigo
Eu só quero conversar
Falar baixinho no seu ouvido

Coisas para te conquistar
Coisas para te amar
Tantas outras coisas
Tenho a ti falar

Do nosso amor
Do nosso amor
Me faço amor
Te tenho amor

Eu não agüento mais
Vou voltar para Minas Gerais

Lá vivo simplesmente
Me dou com toda aquela gente

Tenho amor...
Tenho Paixão...

Tem futebol...
Tem boêmia e canção...

Oh Minas Gerais
Quem te conhece não esquece jamais

Libertas quae sera tamen
O amor também...

Eu não agüento mais
Vou voltar para Minas Gerais

Lá vivo simplesmente
Me dou com toda aquela gente

Tenho amor...
Tenho Paixão...

Tem futebol...
Tem boêmia e canção...

Oh Minas Gerais
Quem te conhece não esquece jamais

Libertas quae sera tamen
O amor também...

sábado, 28 de agosto de 2010

O dinheiro fará um bom homem ruim, por Cadu.

O dinheiro fará um bom homem ruim – Yeah Yeah
O dinheiro trará o suficiente pro homem ruim – Yeah Yeah
O dinheiro fará irmãos e irmãos irem guerrear
Irmão, não deixe isso mudar seus modos nem seu caminho
Se você não for cuidadoso, fará com que perca a sua mente – Yeah!
Se você amá-lo, seu destino será uma vida de queda, seu destino será cair
Muito viciadora, como um relógio, você não vive sem
Não irmão, não venda sua alma, tema o dinheiro
Quando Jah vier, não será tão engraçado
Isto não paga seu modo de ser
Não se tem o suficiente pra amar todo o coração meu amigo – Yeah Yeah!

Nunca se lembre quando eles costumarem implorar um real
Nunca se lembre quando eles costumarem a matar por um real
Agora eles ficam ricos, eles ganham como um grande tempo
Queime totalmente essa ponte, passe por cima dele
Pode ser rico hoje, e sem dinheiro amanhã
Você não sabe o modo como a vida será? Sim!

Dinheiro é dinheiro amigos a parte
Eu não ponho dinheiro em primeiro lugar, meu irmão
Eles se lançam e matam por um real
Eles se julgam poderosos, mas não sabem que são controlados

Poder é dinheiro, dinheiro é poder
Materialistas não sabem que isso é a raiz de todo o mau
Guetos, mocidades, homens - ser um pobre, não!
Irmão, não se misture com esses caras
Se o menino tem dificuldade pegará isto, mas pagará em dobro
Será perseguido e não terá rosto algum
Nenhum cara deve trocar sua genialidade por dinheiro algum
O dinheiro fará um bom homem ruim – Yeah Yeah
O dinheiro trará o suficiente pro homem ruim – Yeah Yeah

Jah!

Para sempre gravada em mim, por Dé Henrique.

Sozinho, em meu quarto, te procuro adentro.
Permaneço calado, na companhia da solidão.

Tua voz tão muda me conforta.
Ainda assim, ao meu jeito, te tenho.

Não sei se percebestes.
Tenho estado bastante ao teu lado.
E você, sempre escondida atrás da porta.

Teus erros te sufocam! Sufoca-se aqui, então.
O sexo também. Te gosta à trepar, não? Comigo não.
Pergunto-me se já aprendestes a chupar. Vulgar, vulgo julgar.

Volto à estrada, aquela de chão batido, que faz soerguer os destruídos.
Distraído, perco o rumo e caiu em tentação, com o cú na mão.

E por momento, tomo novo alento.
Reanimo os destroços.
Procuro-te pelos escombros.

Banhado de brio e embriagado de demência, concluo que,
As tropas inimigas venceram e,
O que podia ser palpável, já não é mais.

Todavia, sou senhor do meu pensamento.
Sou proprietário e idealizador dos meus sonhos.
Isso é meu por direito e,
Ninguém poderá tirá-los de mim.

Aguerrido, te consumo aos soluços.
Te engulo à seco. Por fim,
Te amo calado.

Silêncio, inação absoluta.
Clima, árido. Semi breu.

Pausa. Pude ouvir a suspensão do som.
Acredite! Encontrei-te...

Estavas alheia e desamparada.

Trajava ódio e amor.
Carregava dor e rancor.

Te fiz como quis e, por fim,
Te deixei ir, sequer te toquei.

Enquanto isso, na estrada...
Chovia. O chão batido agora era lamaçal.
Minhas botas encalhavam a cada passo.

Como se não bastasse,
O vento me impingia a ir para trás, com muita violência e vigor.

Cada passo adiante, uma queda.
Por pouco, confesso, não me entreguei.

Minha musculatura estava tão rígida que, por hora,
Havia perdido toda sensibilidade do corpo, assim como os instintos.
Estava só e desprotegido.

Lembrei que trazia uma mala e, dentro dela,
Uma faca de cortar fumo.

Peguei-a, com suor frio na mão,
Estava tão tremula e úmida, que parecia doente.

Bravamente, arregacei minha vestimenta.
Fiz um rasgo em meu corpo, próximo ao peito.
Caído ao chão, provei do meu próprio sangue.

Daquele sangue espesso,
Guardo o aroma.
Somente o aroma.

Hoje, tempos depois,
Carrego uma grande cicatriz.

E, por sua vez, esta cicatriz,
Leva consigo uma grande história,
A qual prefiro não tonar público.

Sem mais delongas ou ficção,
Ainda te tenho no coração.

Concluo que,
Estarás para sempre gravada em mim.
Assim como essa grande cicatriz...

Amém,
Dé Henrique

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Contato Imediato

Peço por favor
Se alguém de longe me escutar
Que venha aqui pra me buscar
Me leve para passear

No seu disco voador
Como um enorme carrossel
Atravessando o azul do céu
Até pousar no meu quintal

Se o pensamento duvidar
Todos os meus poros vão dizer
Estou pronto para embarcar
Sem me preocupar e sem temer

Vem me levar
Para um lugar
Longe daqui
Livre para navegar
No espaço sideral
Porque sei que sou

Semelhante de você
Diferente de você
Passageiro de você
À espera de você

No seu balão de são joão
Que caia bem na minha mão
Ou numa pipa de papel
Me leve para além do céu

Se o coração disparar
Quando eu levantar os pés do chão
A imensidão vai me abraçar
E acalmar a minha pulsação

Longe de mim
Solto no ar
Dentro do amor
Livre para navegar
Indo para onde for
O seu disco voador

Amém!
Eu vos recebo...
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